sábado, 11 de fevereiro de 2012

D. Duarte de Bragança – Entrevistado pela Revista Visão sobre extinção dos feriados

Causa Monárquica

 

Monarquia sobre um ponto de vista Democrático

D. Duarte de Bragança – Entrevistado pela Revista Visão sobre extinção dos feriados

 

Fevereiro 11, 2012
 
Costuma comemorar de alguma forma os feriados que agora vão ser extintos (Corpo de Deus; Nª Sª da Conceição, 15 de Agosto; Implantação da República, 5 de Outubro; e Restauração, 1 de Dezembro)? Vai continuar a fazê-lo?
No Corpo de Deus e no 15 de Agosto, a família vai sempre à missa e não deixaremos de ir. Vou continuar a celebrar, obviamente, o 1 de Dezembro. A Real Associação de Coimbra costuma, também, celebrar o dia do tratado de Zamora celebrado num 5 de Outubro, 1143…
Dos que acabam, qual é, para si, o mais importante?
É o 1 de Dezembro, pois se não tivesse acontecido a restauração da liberdade, em 1640, no dia 5 de Outubro talvez se celebrasse um dia de “autonomia regional”…
Aceita que, em nome da produtividade, eles sejam extintos?
Não tenho informações económicas que me permitam saber qual o impacto na produtividade. O mais prejudicial são as pontes e as baixas fraudulentas. Empresas com uma boa política de relações humanas conseguem diminuir em 30% a média anual de baixas atribuídas.
Dê um exemplo de um feriado que poderia acabar, em vez de um dos previstos.
O Dia de Portugal podia ser festejado a 1 de Dezembro. O 25 de Abril, se restaurou a democracia, também atirou os povos de Angola, Moçambique, Timor, para guerras civis trágicas. Em Espanha, a democracia foi restaurada pacificamente com a ajuda do rei.
O Governo fez bem em não decretar tolerância de ponto no Carnaval?
Esta pergunta foi feita dias depois das anteriores. Duarte Pio de Bragança não respondeu por se encontrar em viagem.

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